Em setembro, o Ministério da Saúde do Brasil lança a campanha Setembro Verde em prol da doação de órgãos. A campanha visa conscientizar a população para a importância das doações, que muitas vezes é a única esperança de vida ou de recomeço para quem está na lista de espera por um transplante.

Um único doador pode salvar incontáveis vidas. Porém, a desinformação, a rejeição da família em doar e o baixo tempo de isquemia dos órgãos dificultam as doações. Além disso, as listas de espera por órgãos em todo o país são extremamente longas, e o número de doações estão muito abaixo da demanda nacional.

Médico segurando um coração

Médico com coração para doação

Apesar disso, o Brasil é uma referência mundial em transplantes, sendo o 2º maior transplantador do mundo atrás apenas dos Estados Unidos. Mais de 90% dos transplantes realizados no país são feitos através do SUS (Sistema Único de Saúde), de forma totalmente gratuita.

Em tempos de pandemia, o cuidado é redobrado

O transplante é um procedimento cirúrgico, que consiste na reposição de um órgão doente do receptor (paciente), por um órgão ou tecido sadio de um doador vivo ou com morte encefálica comprovada.

Com a pandemia da Covid-19 (novo coronavírus), os médicos e hospitais precisam de atenção redobrada durante todo o processo de transplantação de órgãos. O Ministério da Saúde Brasileiro, a exemplo de outros países, divulgou novas recomendações para os processos de captação dos órgãos e transplantação no receptor.

Com isso, a entidade reforça a necessidade de atenção ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), como as Luvas de procedimento. Esses cuidados são essenciais para evitar a contaminação do órgão sadio, o que comprometeria o transplante e a saúde do receptor.

Médicos em sala de cirurgia, mostrando apenas as mão dos médicos

Cirurgia de doação de órgãos

Sendo assim, os hospitais e toda a equipe médica envolvida no processo de transplante de órgãos precisam estar atentos, entre outros cuidados, à:

  • Aquisição de luvas de procedimento de qualidade, levando em consideração a procedência e capacidade de proteção oferecida pelo material;
  • Atenção total ao processo de calçamento correto das luvas, respeitando a higienização adequada das mãos;
  • Atenção também ao processo de remoção e descarte das luvas.
  • Atenção ao uso de luvas no tamanho correto para as mãos, evitando perfurações ou que as luvas deslizem das mãos.
Imagem das luvas Maxitex com pó)

Luvas Maxitex

Imagem das luvas Maxitex PF sem pó)

Luvas Maxitex PF

 

 

 

 

 

 

 

 

As Luvas Cirúrgicas Maxitex são luvas cirúrgicas de alta qualidade, confeccionadas em látex 100% natural com formato anatômico e alta sensibilidade tátil. São ideais para o uso nos mais diversos procedimentos cirúrgicos, incluindo os processos de captação e transplantação de órgãos, oferecendo uma barreira de proteção eficaz para evitar todo tipo de contaminação cruzada através das mãos.

Disponível nos modelos com pó (Maxitex) e sem pó (Maxitex PF), as luvas são estéreis, e ideais para prática cirúrgica em hospitais, clínicas médicas, veterinárias, odontológicas e em laboratórios.

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Fonte: Ministério da Saúde